Movimento Slow

Hello, people!

Hoje teremos um post bem descontraído e muito importante para o cenário da moda. O movimento Slow. Vocês sabem o que é isso? Não?

O Movimento Slow originou-se na Praça da Espanha Romana, 1986. Foi um marco na história da sociedade que aconteceu gradativamente, mas sempre se fortalecendo ao longo dos anos. Sem dúvidas, seu nascimento está ligado a uma clara oposição em relação à cultura alimentícia americana, que acabou sendo aderida pela Europa na época.

Quem deu o primeiro passo para que o Movimento Slow começasse a caminhar foi o jornalista Carlo Petriini, quando se deparou com um conhecido estabelecimento de comida rápida, ou seja, o famoso fast food. Para o jornalista, este estabelecimento tinha passado de todos os limites aceitáveis pondo em risco os hábitos alimentares da população.  Após a análise desse “pequeno” problema, muitos pensadores, revolucionários e membros da população em geral começaram a se contrapor com as regras e padrões capitalistas.

Entretanto, esse movimento não tem relação apenas com a área alimentícia, ele vem sendo observado no comportamento das pessoas, no modo em como elas pensam, na forma como elas consomem, nas atitudes que tomam e, também na moda. SIM, também na moda!

No âmbito da moda, esse movimento é conhecido como Slow Fashion. Quantas e quantas vezes você não se deparou entrando em uma loja denominada fast-fashion, com roupas super atuais e com aqueeele precinho irresistível? Você compra não só uma peça, mas duas, três, quatro, cinco peças… E chegando em casa abre o guarda roupa e se sente infeliz com o que vê! Sente aquela sensação de que mal comprou e já enjoou. E aquela blusinha que você comprou no máximo há dois meses atrás e que já ficou demodé?  Você sente aquela sensação de que tudo é muito rápido e que ninguém te espera.

O Movimento Slow Fashion entra com sua crítica e conscientização comportamental na moda para refletirmos o consumo exacerbado e rápido. Para que isso seja revertido no cenário da moda, é necessário ter a iniciativa de reaproveitar uma peça, estilizar as roupas que já tem, adquirir peças artesanais, visitar os brechós, utilizar peças atemporais, etc.

A estilista sueca, Sandra Backlund, proprietária da marca que leva o seu próprio nome, é uma das adeptas desse movimento e já tem como cliente de peso a cantora Bjork. Inicialmente, os looks eram feitos à mão pela própria estilista. Após conquistar o público, Sandra industrializou sua primeira coleção de primavera/verão em 2010. Por ter esse perfil diferente dos demais estilistas que vemos por aí, a estilista se recusou a participar da temporada de moda de Londres.  De acordo com ela, seu público tem o seguinte perfil: ‘‘são pessoas que gostam de pensar na moda mais como uma forma de arte do que como uma indústria.”

Que tal pararmos para pensar em uma moda mais sustentável e usar a criatividade e a imaginação?

 

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