Groupies: na beira da obsessão ou essenciais para seus ídolos?

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“Nós não somos groupies (fanáticas ou tietes). Groupies dormem com rockstars, porque elas querem estar perto de alguém famoso. Estamos aqui por causa da música, nós inspiramos música. Somos band-aids.” No filme Quase Famosos, as groupies são personagens essenciais para mostrar o lado mais verdadeiro dos rockstars. Fonte: Miller Brooks

As groupies nada mais são do que fanáticas por um músico em particular.
Quando se diz fanática, não é algo muito longe da realidade. Elas tornam-se parte da vida do artista, agindo como esposas/namoradas, mães, mas, ainda por cima, tornam-se inspiração para seus amados e idolatrados rockstars.

Groupie é uma variação da palavra “group”, que em inglês significa grupo. Significa, em seu nível mais básico, “atingir status transando com roqueiros, roadies e outros caras da banda” ou ainda “seguir sua banda favorita em turnês”.

Algumas groupies ficaram tão famosas quanto os músicos que elas perseguiram como foi o caso de Nancy Spungen, conhecida por seu caso problemático com Sid Vicious, da banda Sex Pistols. Sua relação era tóxica, cheia de drogas, brigas e sexo, e seus parceiros de banda acreditam que foi Spungen que acabou com a carreira de Vicious.

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Sid Vicious, baixista da banda Sex Pistols, e Nancy Spungen foram um dos mais problemáticos casais do mundo da música. Sua relação tóxica, com muito sexo, drogas e brigas, culminou no fim da carreira de Vicious. Fonte: Salvaged Stars

Atualmente, as groupies ainda “animam” a vida dos músicos, principalmente em turnês muito longas. Robert Plant, vocalista da banda Led Zeppelin, explica a diferença entre groupies e “apenas fãs”.

“(Elas) adotam um músico e o seguem em turnê, agindo como uma namorada ou até mesmo uma mãe, tomando conta dos objetos de valor do cara, das drogas, das roupas, etc. O músico passa a ser tudo para elas”, diz Plant. “A vida dele é a vida dela”, completa o vocalista.

No Brasil, essas fanáticas não tem muita força, mas as bandas nacionais não conseguem fugir das fãs obcecadas por seus ídolos.

Se elas são fundamentais para a dinâmica da vida de um rockstar ou não, não há maneira de negar que alguns dos melhores momentos da história do rock foram vistos e talvez até colaborados por elas.

Postado por Taany Maeno.

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